Curso Controle De Qualidade Luciana

Curso Controle De Qualidade Luciana

  1. biodieselbr
    Curso Controle De Qualidade Luciana
    Transcript Header:
    Curso Controle De Qualidade Luciana
    Transcript Body:
    • 1. PATRÍCIA RAQUEL SILVA, DSC LUCIANA BARRETO ADAD, MSC ASPECTOS TÉCNICOS DE CONTROLE DA QUALIDADE APLICADOS À CADEIA PRODUTIVA DO BIODIESEL
    • 2.
    • 3. PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DO BIODIESEL
      • AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS.
      • LEI N° 11.097 DE 13 DE JULHO DE 2005.
      • RESOLUÇÃO ANP N° 07/2008 - ESTABELECE AS ESPECIFICAÇÕES DE BIODIESEL.
      • RESOLUÇÃO ANP N° 15/2006 - ESTABELECE AS ESPECIFICAÇÕES DE ÓLEO DIESEL E MISTURA ÓLEO DIESEL/BIODIESEL
      • RESOLUÇÃO CNPE Nº 2 - CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA ENERGÉTICA, PUBLICADA EM ABRIL DE 2009 - 4% DE BIODIESEL.
    • 4. MOTOR DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO
      • RUDOLF DIESEL (1858-1913)
      • 1897 - MOTOR DE CICLO DIESEL
      • COMPRESSÃO X  TEMPERATURA X COMBUSTÃO
    • 5. CICLO OTTO X CICLO DIESEL
      • Funcionamento Mecânico:
      • Admissão;
      • Compressão;
      • Combustão;
      •  Descarga.
    • 6. CARACTERÍSTICAS DE UM COMBUSTÍVEL ADEQUADO PARA MOTORES DIESEL
      • NÃO SER CORROSIVO;
      • NÃO POSSUIR ÁGUA E SEDIMENTOS (MENOR DESGASTE DO MOTOR);
      • MANTER SUA ADEQUAÇÃO PELO TEMPO MÁXIMO DE ARMAZENAMENTO PREVISTO;
      • ÓTIMA QUALIDADE DE IGNIÇÃO – COMBUSTÃO DEVE INICIAR NO MOMENTO CORRETO.
    • 7. CARACTERÍSTICAS DE UM COMBUSTÍVEL ADEQUADO PARA MOTORES DIESEL
      • VAPORIZAÇÃO COMPLETA NO INTERIOR DA CÂMARA DE COMBUSTÃO PARA MISTURA CORRETA COM O AR E QUEIMA LIMPA E COMPLETA, PROPORCIONANDO:
        • MELHOR DESEMPENHO DO MOTOR;
        • REDUÇÃO DE EMISSÕES DE POLUENTES;
        • REDUÇÃO DA FORMAÇÃO DE RESÍDUOS, DEPÓSITOS E CINZAS.
    • 8. Parâmetros da Qualidade
    • 9. PARÂMETROS DA QUALIDADE
      • A QUALIDADE DO COMBUSTÍVEL PODE AFETAR , SIGNIFICATIVAMENTE, O DESEMPENHO E A MANUTENÇÃO DE QUALQUER MOTOR DIESEL .
      • É IMPORTANTE COMPREENDER AS PROPRIEDADES DOS COMBUSTÍVEIS PARA PODERMOS JULGAR SUA QUALIDADE .
      • AS PROPRIEDADES DO COMBUSTÍVEL QUE AFETAM A OPERAÇÃO DO MOTOR DIESEL E SEUS SISTEMAS DE MANUSEIO E DE TRATAMENTO SÃO REGULAMENTADOS PELA ANP .
    • 10. ESPECIFICAÇÃO DO BIODIESEL - ANP Resolução ANP n°7 de 19/03/08 DOU 20/03/08 Resolução ANP n° 42 de 24/11/04 DOU 09/12/04 Retificada DOU 19/04/05 Portaria ANP n° 255, de 15/09/03 DOU 16/09/03 CARACTERÍSTICA UNIDADE LIMITE LIMITE LIMITE Aspecto - LII LII LII Massa específica a 20º C kg/m 3 850-900 Anotar Anotar Viscosidade Cinemática a 40ºC mm 2 /s 3,0-6,0 Anotar Anotar Teor de Água, máx. mg/kg 500 N.A. N.A. Contaminação Total, máx. mg/kg 24 Anotar N.A. Ponto de fulgor, mín. ºC 100,0 100,0 100,0 Teor de éster, mín % massa 96,5 Anotar N.A. Resíduo de carbono % massa 0,050 0,10 0,05 Cinzas sulfatadas, máx. % massa 0,020 0,020 0,020 Enxofre total, máx. mg/kg 50 Anotar 0,001 Sódio + Potássio, máx. mg/kg 5 10 10 Cálcio + Magnésio, máx. mg/kg 5 Anotar N.A. Fósforo, máx. mg/kg 10 Anotar 10 Corrosividade ao Cu, 3h a 50 ºC, máx. - 1 1 1
    • 11. ESPECIFICAÇÃO DO BIODIESEL - ANP Resolução ANP n°7 de 19/03/08 DOU 20/03/08 Resolução ANP n° 42 de 24/11/04 DOU 09/12/04 Retificada DOU 19/04/05 Portaria ANP n° 255, de 15/09/03 DOU 16/09/03 CARACTERÍSTICA UNIDADE LIMITE LIMITE LIMITE Número de Cetano - Anotar Anotar 45 Ponto de entupimento de filtro a frio, máx. ºC 19 Conforme Portaria vigente Diesel. Conforme Portaria vigente Diesel. Índice de acidez, máx. mg KOH/g 0,50 0,80 0,80 Glicerol livre, máx. % massa 0,02 0,02 0,02 Glicerol total, máx. % massa 0,25 0,38 0,38 Mono, di, triacilglicerol % massa Anotar Anotar Mono-: 1,00 Di-: 0,25 triacilglicerídeos:0,25 Metanol ou Etanol, máx. % massa 0,20 0,5 0,5 Índice de Iodo g/100g Anotar Anotar Anotar Estabilidade à oxidação a 110ºC, mín. h 6 6 6 Água e sedimentos, máx. % volume N.A. 0,050 0,050 Destilação: 95% vol. Recup., Max. °C N.A. 360 360
    • 12. Aparência
    • 13. ASPECTO (VISUAL)
      • PRESENÇA DE ÁGUA LIVRE E CONTAMINANTES.
      • ÁGUA LIVRE: ÁGUA EM EXCESSO E QUE PODE SER OBSERVADA COMO TURVAÇÃO , NÉVOA OU COMO GOTAS .
      • MATERIAIS EM SUSPENSÃO , QUANDO PRESENTES, PODEM REDUZIR A VIDA ÚTIL DOS FILTROS DE COMBUSTÍVEIS NOS VEÍCULOS E PREJUDICAR O FUNCIONAMENTO DOS MOTORES.
      Limite: LII – Límpido e Isento de Impurezas Método de ensaio: Visual Equipamento: Proveta de vidro
    • 14. Volatilidade
    • 15. MASSA ESPECÍFICA A 20°C
      • MASSA ESPECÍFICA: kg/L A 20°C, g/mL A 20°C OU kg/m 3 A 20°C.
      • DEPENDENTE DA MATÉRIA-PRIMA:
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE SOJA – 880 kg/m 3
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE MAMONA – 920 kg/m 3
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE PALMA – 870 kg/m 3
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE ALGODÃO – 880 kg/m 3
            • BIODIESEL DE SEBO – 860 kg/m 3
      Limite: 850 – 900 kg/m 3 Método de ensaio: ABNT NBR 7148, NBR 14065, ASTM D 1298, D 4052 Equipamento: Densímetro de vidro ou digital
    • 16. MASSA ESPECÍFICA A 20°C ENSAIO
    • 17. MASSA ESPECÍFICA A 20°C CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
        • SE A MASSA ESPECÍFICA ESTIVER FORA DO LIMITE DA ESPECIFICAÇÃO PODE GERAR PROBLEMAS NA BOMBA E NO CIRCUITO DE ALTA PRESSÃO DEVIDO AO AUMENTO DA PRESSÃO NO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL.
      • COMBUSTÍVEIS LEVES:
      • A VIDA DOS COMPONENTES DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL PODE DIMINUIR.
      • QUANDO A MASSA ESPECÍFICA PODE SER MENOR QUE O LIMITE DA ESPECIFICAÇÃO?
    • 18. MASSA ESPECÍFICA A 20°C CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • COMBUSTÍVEIS PESADOS:
      • UM COMBUSTÍVEL PESADO TENDE A CRIAR MAIS FORMAÇÕES DE DEPÓSITOS NA CÂMARA DE COMBUSTÃO .
      • QUANDO A MASSA ESPECÍFICA PODE SER MAIOR QUE O LIMITE DA ESPECIFICAÇÃO?
    • 19. MASSA ESPECÍFICA A 20°C MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • REAÇÃO INCOMPLETA;
      • SEPARAÇÃO DA GLICERINA INEFICIENTE.
      • PRODUTO FINAL:
      • DILUIÇÃO COM OUTROS COMBUSTÍVEIS;
      • MISTURA DE BIODIESEL DE DIFERENTES MATÉRIAS-PRIMAS.
    • 20. PONTO DE FULGOR
        • PONTO DE FULGOR: AQUECIMENTO X CHAMA X VAPORES
        • NÃO ESTÁ DIRETAMENTE RELACIONADO À PERFORMANC E DO MOTOR .
        • RELACIONADO À SEGURANÇA.
        • O PONTO DE FULGOR É DIRETAMENTE INFLUENCIADO PELO PROCESSO DE PRODUÇÃO DO BIODIESEL .
      Limite: 100 °C, mínimo Método de ensaio: ABNT NBR 14598, ASTM D93, EN ISO 3679 Equipamento –Ponto de fulgor Pensky-Martens
    • 21. PONTO DE FULGOR ENSAIO
    • 22. PONTO DE FULGOR CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • SEGURANÇA:
        • BAIXO PONTO DE FULGOR – INFLAMABILIDADE;
        • ARMAZENAMENTO, MANUSEIO E TRANSPORTE.
      • ALTERAÇÃO DA REGULAGEM DO MOTOR.
    • 23. PONTO DE FULGOR MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • SEPARAÇÃO INEFICIENTE DE METANOL/ETANOL.
        • 1% DE METANOL NO BIODIESEL PODE REDUZIR O PONTO DE FULGOR DE 170°C A < 40°C
    • 24. Fluidez
    • 25. VISCOSIDADE CINEMÁTICA A 40°C
      • RESISTÊNCIA AO FLUXO DE UM FLUIDO SOB GRAVIDADE EXPRESSA EM mm 2 /s
      • A VISCOSIDADE DEPENDE DA MATÉRIA-PRIMA:
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE SOJA – 4mm 2 /s
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE MAMONA – 12mm 2 /s
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE PALMA – 5mm 2 /s
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE ALGODÃO – 4mm 2 /s
            • BIODIESEL DE SEBO – 5mm 2 /s
      Limite: 3,0 - 6,0 mm 2 /s Método de ensaio: ABNT NBR 10441, ASTM D445, EN ISO 3104 Equipamento: Viscosímetro
    • 26. VISCOSIDADE CINEMÁTICA A 40°C ENSAIO
      • AS VISCOSIDADES CINEMÁTICAS SÃO CALCULADAS A PARTIR DOS TEMPOS DE FLUXO MEDIDOS .
    • 27. VISCOSIDADE CINEMÁTICA A 40°C CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR: COMBUSTÍVEL DE VISCOSIDADE ALTA SE ATOMIZA COM MENOS EFICIÊNCIA E O MOTOR TERÁ MAIS DIFICULDADE NA PARTIDA . A REDUÇÃO EXCESSIVA DA VISCOSIDADE RESULTA EM PERDAS INTERNAS DA BOMBA INJETORA. HTTP://WWW.REVISTAELO.COM.BR/DOWNLOADS/DIESEL.PDF
    • 28. VISCOSIDADE CINEMÁTICA A 40°C MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • REAÇÃO INCOMPLETA;
      • PROCESSO DE PURIFICAÇÃO INEFICIENTE.
      • PRODUTO FINAL:
      • REALIZAR A REAÇÃO A PARTIR DA MISTURA DE DIFERENTES TIPOS DE ÓLEOS E GORDURAS;
      • MISTURA DE BIODIESEL OBTIDOS A PARTIR DE DIFERENTES FONTES DE MATÉRIAS-PRIMAS.
    • 29. PONTO DE ENTUPIMENTO DE FILTRO A FRIO
      • TEMPERATURA MAIS BAIXA NA QUAL É POSSÍVEL OPERAR SEM QUE OCORRA FORMAÇÃO DE CERAS E CRISTAIS .
      • INDICA O LIMITE OPERACIONAL COM A TEMPERATURA.
      • DEPENDENTE DA MATÉRIA-PRIMA.
      Limite: 19 °C, máximo Método de ensaio: NBR 14747, ASTM D 6371, EN ISO 116 Equipamento: Medida de PEFF
    • 30. PONTO DE ENTUPIMENTO DE FILTRO A FRIO
    • 31. PONTO DE ENTUPIMENTO DE FILTRO A FRIO ENSAIO
    • 32. PONTO DE ENTUPIMENTO DE FILTRO A FRIO CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
        • AFETA O ESCOAMENTO DO COMBUSTÍVEL E ENTUPIMENTO DE FILTRO.
        • VALORES MUITO ELEVADOS - PODE REQUERER SISTEMA DE AQUECIMENTO DO COMBUSTÍVEL NO MOTOR.
        • MAIOR CUIDADO NO TRANSPORTE E ARMAZENAGEM DO COMBUSTÍVEL.
    • 33. PONTO DE ENTUPIMENTO DE FILTRO A FRIO MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • PRODUTO FINAL:
      • USO DE ADITIVOS;
      • MISTURA DE MATÉRIAS-PRIMAS DIFERENTES
      • MISTURA DE BIODIESEL OBTIDO DE DIFERENTES MATÉRIAS-PRIMAS;
    • 34. Combustão
    • 35. NÚMERO DE CETANO
      • MEDE A QUALIDADE DE IGNIÇÃO DO COMBUSTÍVEL E DETERMINA O TEMPO QUE O COMBUSTÍVEL LEVA PARA ENTRAR EM COMBUSTÃO APÓS A IGNIÇÃO.
      • QUANTO MENOR O NÚMERO DE INSATURAÇÕES NAS MOLÉCULAS, MAIOR O NÚMERO DE CETANO DO COMBUSTÍVEL.
      • UM AUMENTO NO NC OCASIONA UM AUMENTO NO PONTO DE ENTUPIMENTO .
      Limite: Anotar Método de ensaio –ASTM D613, EN ISO 5165 Equipamento –Motor diesel Cetano
    • 36. NÚMERO DE CETANO
      • DEPENDE DA MATÉRIA-PRIMA, BEM COMO DO TEOR DE OXIGENADOS PRESENTES NO BIODIESEL:
    • 37. NÚMERO DE CETANO ENSAIO O NÚMERO DE CETANO É OBTIDO ATRAVÉS DE UM ENSAIO PADRONIZADO DO COMBUSTÍVEL EM UM MOTOR MONO-CILÍNDRICO, ONDE COMPARA-SE O SEU ATRASO DE IGNIÇÃO EM RELAÇÃO A UM COMBUSTÍVEL PADRÃO COM NÚMERO DE CETANO CONHECIDO.
    • 38. NÚMERO DE CETANO ENSAIO
      • O COMBUSTÍVEL PADRÃO É UMA MISTURA EQUIVALENTE DE:
        • N-HEXADECANO
        • CH 3 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 3
        • ALFAMETILNAFTALENO .
    • 39. NÚMERO DE CETANO CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
        • INFLUÊNCIA : EMISSÃO DE NO X , BARULHO DO MOTOR E FUMAÇA BRANCA.
        • BAIXOS VALORES DE CETANO ACARRETAM DIFICULDADES DE PARTIDA A FRIO, DEPÓSITO NOS PISTÕES E MAU FUNCIONAMENTO DO MOTOR.
    • 40. NÚMERO DE CETANO CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
        • VANTAGENS DE VALORES ELEVADOS : PERMITE AQUECIMENTO MAIS RÁPIDO DO MOTOR; REDUZ A POSSIBILIDADE DE EROSÃO DOS PISTÕES; POSSIBILITA FUNCIONAMENTO DO MOTOR COM BAIXO NÍVEL DE RUÍDO; MINIMIZA A EMISSÃO DE POLUENTES COMO HIDROCARBONETOS, MONÓXIDO DE CARBONO E MATERIAL PARTICULADO.
        • INFLUENCIADO PELO METANOL/ETANOL REMANESCENTE DO PROCESSO.
    • 41. NÚMERO DE CETANO INFLUÊNCIA DO BIODIESEL NO DIESEL http://www.biodiesel.org/pdf_files/Changes_In_Diesel_Fuel.pdf
    • 42. NÚMERO DE CETANO MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • PRODUTO FINAL:
      • USO DE ADITIVOS: COMPOSTOS NITROGENADOS.
    • 43. RESÍDUO DE CARBONO
      • RESÍDUO DE CARBONO É A MEDIDA DA TENDÊNCIA DO COMBUSTÍVEL PARA FORMAR DEPÓSITO DE CARBONO DURANTE A COMBUSTÃO .
      • DIRETAMENTE RELACIONADO À EFICIÊNCIA DA CONVERSÃO DA REAÇÃO.
        • OS RESÍDUOS SÃO PROVENIENTES DO PROCESSO.
      Limite: 0,050 % massa máx. Método de ensaio: ASTM D 4530 Equipamento –Micro método de resíduo de carbono
    • 44. RESÍDUO DE CARBONO ENSAIO
    • 45. RESÍDUO DE CARBONO CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • DEPÓSITOS CAUSAM INCRUSTAÇÕES NO MOTOR E DESGASTE ABRASIVO .
      • PODEM FORMAR DEPÓSITOS NOS BICOS INJETORES, PISTÕES, VÁLVULAS E TURBO COMPRESSORES.
      • O CARBONO TAMBÉM PODE CRIAR BORRA NA CENTRÍFUGA DE COMBUSTÍVEL (SE EQUIPADO) E OBSTRUIR PREMATURAMENTE O FILTRO DE COMBUSTÍVEL.
      • NÍVEIS ALTOS DE CARBONO PODEM CAUSAR COMBUSTÃO INCORRETA .
    • 46. RESÍDUO DE CARBONO MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • SEPARAÇÃO DA GLICERINA E PROCESSO DE PURIFICAÇÃO DO BIODIESEL INEFICIENTES;
      • REAÇÃO INCOMPLETA.
    • 47. CINZAS SULFATADAS
      • EXPRESSAM OS RESÍDUOS INORGÂNICOS, NÃO COMBUSTÍVEIS , RESULTANTES APÓS A QUEIMA DE UMA AMOSTRA DO BIODIESEL.
      • AS CINZAS SÃO BASICAMENTE CONSTITUÍDAS DE SAIS INORGÂNICOS.
      • RESÍDUOS DE CATALISADORES.
      Limite: 0,020% massa máx. Método de ensaio: ABNT NBR 6294, ASTM 874, ISO 3987 Equipamento: Forno mufla
    • 48. CINZAS SULFATADAS ENSAIO
    • 49. CINZAS SULFATADAS CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • TEORES DE CINZAS ACIMA DAS ESPECIFICADAS PELA ANP PREJUDICAM: PISTÕES, ANÉIS, BOMBAS INJETORAS E INJETORES ALÉM DE CAUSAR DEPÓSITOS NA CÂMARA DE COMBUSTÃO.
      • AS CINZAS PRESENTES NA CÂMARA DE COMBUSTÃO ATRAPALHAM O PROCESSO NORMAL DE QUEIMA DO COMBUSTÍVEL.
      • AS PARTÍCULAS SÓLIDAS AQUECIDAS FUNCIONAM COMO SEMENTES DE CHAMA .
    • 50. CINZAS SULFATADAS MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
        • PROCESSO DE SEPARAÇÃO DA GLICERINA E PURIFICAÇÃO DO BIODIESEL INEFICIENTES.
    • 51. Contaminantes
    • 52. TEOR DE ÁGUA
      • BIODIESEL É ALTAMENTE HIGROSCÓPICO , PODE SER PROVENIENTE DE:
          • PROCESSO DE LAVAGEM ;
          • ABSORÇÃO DE ÁGUA DURANTE ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO.
      • PODE CAUSAR O PROCESSO DE REVERSÃO DE BIODIESEL EM ÁCIDOS GRAXOS E ÁLCOOL PELA HIDRÓLISE .
      Limite: 500 mg/kg, máx. Método de ensaio: ASTM D 6304, EN ISO 12937 Equipamento: Karl Fischer Coulométrico
    • 53. TEOR DE ÁGUA ENSAIO
    • 54. TEOR DE ÁGUA ENSAIO ROH + SO 2 + RN (RNH).SO 3 R (RNH).SO 3 R + 2RN + I 2 + H 2 O (RNH).SO 4 R + 2 (RNH)I FAIXA DE APLICAÇÃO 0,001% - 1% 10 mg -200 mg DE ÁGUA PURA REAÇAO PUBLICADA EM 1935 USANDO IMIDAZOL COMO A BASE NITROGENADA
    • 55. TEOR DE ÁGUA CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • A ÁGUA PODE CAUSAR ACÚMULO DE BORRA NO SEPARADOR APÓS A CENTRIFUGAÇÃO DO COMBUSTÍVEL.
      • ÁGUA EM EXCESSO NO COMBUSTÍVEL PODE CAUSAR AVARIAS NA BOMBA INJETORA DOS SISTEMAS QUE USAM COMBUSTÍVEL PARA LUBRIFICAR AS BOMBAS.
      • AUMENTO DE CONTAMINAÇÃO POR MICROORGANISMOS QUE CAUSAM ENTUPIMENTO DE FILTROS E CORROSÃO .
    • 56. TEOR DE ÁGUA MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • SEPARAÇÃO DA ÁGUA DE LAVAGEM;
      • PROCESSO DE DESUMIDIFICAÇÃO INEFICIENTE.
    • 57. CONTAMINAÇÃO TOTAL
      • CONTAMINAÇÃO TOTAL: EXPRESSA EM mg/kg
      • A CONTAMINAÇÃO PODE SER PROVENIENTE DO ÓLEO CRU OU DE RESÍDUO DO CATALISADOR .
      Limite: 24 mg/kg, máx. Método de ensaio: EN ISO 12662 Equipamento: Filtro de membrana
    • 58. CONTAMINAÇÃO TOTAL ENSAIO
    • 59. CONTAMINAÇÃO TOTAL CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • OS INSAPONIFICÁVEIS APRESENTAM PONTO DE EBULIÇÃO MAIS ELEVADO E CRIAM RESÍDUOS EM MOTORES.
      • PODE CAUSAR DESGASTE PREMATURO DO MOTOR E TAMBÉM ENTUPIMENTO DE FILTRO.
    • 60. CONTAMINAÇÃO TOTAL MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • PROCEDIMENTO DE SEPARAÇÃO DA GLICERINA E PURIFICAÇÃO INEFICIENTES;
      • FILTRAÇÃO INEFICIENTE.
    • 61. Composição
    • 62. TEOR DE ÉSTER
        • INDICA A EFICIÊNCIA DA CONVERSÃO DO ÓLEO VEGETAL EM METIL/ETIL ÉSTER.
        • DEPENDE DA QUANTIDADE DE INSAPONIFICÁVEIS NA MATÉRIA-PRIMA E DO PROCESSO .
        • NÃO AFETA DIRETAMENTE A PERFORMANCE OU DURABILIDADE DO MOTOR MAS PODE INDICAR QUE OUTROS PARÂMETROS NÃO ESTÃO BONS.
      Limite: 96,5 % massa, mín. Método de ensaio: ABNT NBR 15342, EN ISO 14103 Equipamento: Cromatografia a gás
    • 63. TEOR DE ÉSTER ENSAIO Padrão: 10mg de heptadecanoato de metila/ml de heptano 250 mg de amostra 5 mL Padrão
    • 64. TEOR DE ÉSTER ENSAIO
    • 65. TEOR DE ÉSTER MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • REAÇÃO DE TRANSESTERIFICAÇÃO INCOMPLETA ;
      • ETAPA DE PURIFICAÇÃO INEFICIENTE.
    • 66. ENXOFRE TOTAL
      • ENXOFRE É UM ELEMENTO NATURAL EM TODOS OS ÓLEOS CRUS.
      • BAIXO TEOR DE ENXOFRE NOS ÓLEOS VEGETAIS E GORDURAS ANIMAIS.
      • EM ÓLEOS QUE APRESENTAM ACIDEZ ELEVADA, O ÁCIDO SULFÚRICO É USADO PARA REDUZIR O ÍNDICE DE ACIDEZ E ISSO FAZ COM QUE O TEOR DE ENXOFRE NO BIODIESEL SEJA MAIOR .
      Limite: 50 mg/kg máx. Método de ensaio: D5453, EN ISO 20846, ISO 20884 Equipamento: Raio X ou Ultravioleta
    • 67. ENXOFRE TOTAL ENSAIO
    • 68. ENXOFRE TOTAL CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • FORMAÇÃO DE ÓXIDOS DE ENXOFRE QUE REAGEM COM VAPOR DE ÁGUA PARA CRIAR ÁCIDO SULFÚRICO E ASSIM CAUSAR CORROSÃO NAS PARTES METÁLICAS DO SISTEMA DE INJEÇÃO.
      • QUANDO OCORRE AVARIA PELO ENXOFRE DO COMBUSTÍVEL, HAVERÁ MUDANÇA MUITO PEQUENA NA POTÊNCIA DO MOTOR .
        • O ENXOFRE NO COMBUSTÍVEL PODE AUMENTAR A EMISSÃO DE PARTICULADOS .
      • UM TEOR DE ENXOFRE MENOR NO BIODIESEL REDUZ DESGASTES DE ANÉIS E CILINDROS, DIMINUINDO TAMBÉM A FORMAÇÃO DE DEPÓSITOS NOS CILINDROS DO MOTOR.
    • 69. ÍNDICE DE IODO
      • INDICA O GRAU QUANTIVATIVO DE INSATURAÇÃO DO BIODIESEL.
      • DEPENDENTE DA MATÉRIA-PRIMA UTILIZADA.
      • PODE INFLUENCIAR A ESTABILIDADE À OXIDAÇÃO .
      • NÃO ESTÁ RELACIONADO DIRETAMENTE AO DESEMPENHO DO MOTOR , MAS TEM RELAÇÃO COM A VISCOSIDADE E O NÚMERO DE CETANO DO BIODIESEL.
      Limite: Anotar Método de ensaio –EN 14111 Equipamento – Titulação Manual
    • 70. ÍNDICE DE IODO ENSAIO
    • 71. Corrosão
    • 72. CORROSIVIDADE AO COBRE, 3H A 50°C
        • INDICA A TENDÊNCIA DE O COMBUSTÍVEL OCASIONAR PROCESSOS CORROSIVOS NAS PARTES METÁLICAS EM CONTATO.
        • PODE TAMBÉM AJUDAR NA DETERMINAÇÃO DO TIPO DE MATERIAL USADO NO TRANSPORTE E ESTOCAGEM DO BIODIESEL.
      Limite: Classe I Método de ensaio –ABNT NBR 14359, ASTM D130, EN ISO 2160 Equipamento –Equipamento de corrosividade ao Cu
    • 73. CORROSIVIDADE AO COBRE, 3H A 50°C ENSAIO
      • CORROSÃO POR COLORAÇÃO DA TIRA DE COBRE: A DESCOLORAÇÃO FORMADA SOBRE UMA TIRA DE COBRE POLIDA QUANDO IMERSA EM COMBUSTÍVEL POR 3H A 50°C.
    • 74. CORROSIVIDADE AO COBRE, 3H A 50°C CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • AFETA A VIDA ÚTIL DOS TANQUES, LINHAS E PARTES INTERNAS DO MOTOR.
      • A CORROSÃO E O DESGASTE ESTÃO ASSOCIADOS AO TEOR DE ENXOFRE , CINZAS , RESÍDUOS DO COMBUSTÍVEL, ÁGUA E ÍNDICE DE ACIDEZ .
    • 75. CORROSIVIDADE AO COBRE, 3H A 50°C MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • DESUMIDIFICAÇÃO INEFICIENTE DO BIODIESEL.
      • REMOÇÃO DOS ÁCIDOS GRAXOS LIVRES.
      • RELAÇÃO COM TEOR DE ENXOFRE E ACIDEZ.
    • 76. Qualidade do processo
    • 77. SÓDIO (Na) + POTÁSSIO (K)
      • SÃO RESÍDUOS REMANESCENTES DE CATALISADORES UDADOS NO PROCESSO DE CONVERSÃO.
      • ESTES METAIS NA FORMA DE ÍONS PROVOCAM FORMAÇÃO DE SABÕES INSOLÚVEIS QUE IMPLICAM EM FORMAÇÃO DE DEPÓSITO, BEM COMO CATALISAM REAÇÕES DE POLIMERIZAÇÃO.
      Limite: 5mg/kg máx. Método de ensaio – ABNT NBR 15553, EN 14108/14109 Equipamento –Espectrômetro ICP e Absorção Atômica
    • 78. CÁLCIO (Ca) + MAGNÉSIO (Mg)
      • PODEM SER ORIGINÁRIOS DA ÁGUA USADA NO PROCESSO DE LAVAGEM .
      • Ca E Mg INDICAM A PRESENÇA DE SABÃO.
      • OS SAIS DE CÁLCIO E/OU MAGNÉSIO DOS ÁCIDOS GRAXOS SÃO INSOLÚVEIS.
      Limite: 5mg/kg máx. Método de ensaio – ABNT NBR 15553, EN 14538 Equipamento –Espectrômetro ICP e Absorção Atômica
    • 79. FÓSFORO (P)
      • PROVENIENTE PRINCIPALMENTE DA MATÉRIA-PRIMA .
      • PROVENIENTE TAMBÉM DE RESÍDUOS DE ÁCIDO FOSFÓRICO USADO NA REDUÇÃO DO ÍNDICE DE ACIDEZ DE ALGUNS ÓLEOS BRUTOS.
      Limite: 10mg/kg máx. Método de ensaio – ABNT NBR 15553, EN 14107 Equipamento –Espectrômetro ICP e Absorção Atômica
    • 80. NA, K, C a , M g , P ENSAIO ESPECTROMETRIA POR PLASMA ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA
    • 81. NA, K, C a , M g , P CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • Na E K SÃO METAIS ABRASIVOS E PODEM ACELERAR O DESGASTE DE PARTES SUBMETIDAS A FRICÇÃO COMO OS INJETORES DE COMBUSTÍVEL, CILÍNDROS LINEARES. PODEM GERAR DEPÓSITOS NO FUNDO DOS TANQUES.
      • Ca E Mg CAUSAM DESGASTE PREMATURO NO MOTOR E DEPÓSITOS NO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL E NO MOTOR.
        • P P ODE CAUSAR DEPÓSITOS E TAMBÉM DESATIVAR OS CONVERSORES CATALÍTICOS EMPREGADOS EM SISTEMAS DE CONTROLE DE EMISSÃO VEICULAR.
    • 82. NA, K, C a , M g , P MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • LAVAGEM INEFICIENTE DO BIODIESEL;
      • USO DE ÁGUA DURA.
    • 83. ÍNDICE DE ACIDEZ
      • MEDE A PRESENÇA DE ÁCIDOS GRAXOS LIVRES E OUTROS ÁCIDOS E ESTÁ RELACIONADO À QUALIDADE DO PROCESSO.
      • PROVENIENTE DAS CARACTERÍSTICAS DO ÓLEO OU GORDURA.
      Limite: 0,5 mgKOH/g máx Método de ensaio –ABNT 14448, ASTM D664, EN 14104 Equipamento –Dosímetro para Volumetria
    • 84. ÍNDICE DE ACIDEZ ENSAIO
    • 85. ÍNDICE DE ACIDEZ CONSEQUEÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • VALORES ELEVADOS PODEM CAUSAR CORROSÃO NAS PARTES METÁLICAS EM CONTATO COM COMBUSTÍVEL.
      • PODEM CAUSAR DEPÓSITOS NOS TANQUES E ATAQUE NAS PARTES PLÁSTICAS E EMBORRACHADAS GERANDO VAZAMENTOS.
      • TAMBÉM INFLUENCIA O AUMENTO DA ACIDEZ DO ÓLEO LUBRIFICANTE , PODENDO AUMENTAR OU ACELERAR A CORROSÃO DO MOTOR.
    • 86. ÍNDICE DE ACIDEZ MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • PRÉ-TRATAMENTO DA MATÉRIA-PRIMA;
      • LAVAGEM INEFICIENTE DO BIODIESEL.
    • 87. MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS
      • MONO- E DIGLICERÍDEOS SÃO PRODUTOS INTERMEDIÁRIOS DO PROCESSO QUE NÃO TERMINARAM DE REAGIR.
      • TRIACILGLICERÍDEOS SÃO PRODUTO S QUE NÃO FORAM TRANSESTERIFICADOS .
      Limite: Anotar Método de ensaio: ABNT NBR 15342, ASTM D 6584, EN 14105 Equipamento: Cromatografia a gás
    • 88. MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • MAIOR PRESENÇA DE MONO-, DI-, TRIACILGLICERÍDEOS AUMENTA A VISCOSIDADE DE BIODIESEL, REDUZINDO O EFEITO SPRAY NA INJEÇÃO, DIFICULTANDO A COMBUSTÃO E CARBONIZANDO OS CILINDROS.
      • OS MONOGLICERÍDEOS APRESENTAM ALTO PONTO DE FUSÃO E BAIXA SOLUBILIDADE O QUE IMPLICA EM CRISTALIZAÇÃO .
    • 89. MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • REAÇÃO INCOMPLETA.
    • 90. GLICERINA LIVRE
      • SUBPRODUTO DO PROCESSO DE TRANSESTERIFICAÇÃO;
      • O TEOR DE GLICERINA LIVRE DEPENDE DA SEPARAÇÃO DOS ÉSTERES DA GLICERINA .
      Limite: 0,02 %massa máx. Método de ensaio –ASTM D6584/EN14105 e 14106 Equipamento –Cromatografia a gás
    • 91. GLICERINA TOTAL
      • CÁLCULO: SOMA DOS TEORES DE GLICERINA LIVRE E MONO-, DI-E TRIACILGLICERÍDEOS .
      • GLICERINA TOTAL = GLICERINA LIVRE + 0,255*MONO + 0,146*DI + 0,103*TRIGLICERÍDEO
      • DEPENDE DO PROCESSO.
      Limite: 0,25 %massa máx. Método de ensaio –ASTM D6584/EN14105 Equipamento –Cromatografia a gás
    • 92. GLICERINA LIVRE E TOTAL CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • ACARRETA DEPÓSITOS NO INJETOR,ENTUPIMENTO DO FILTRO, FORMAÇÃO DE SEDIMENTO NA ARMAZENAGEM E NO TANQUE DE COMBUSTÍVEL.
    • 93. GLICERINA LIVRE E TOTAL MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • GLICERINA LIVRE: SEPARAÇÃO INEFICIENTE DA GLICERINA;
      • GLICERINA TOTAL: REAÇÃO INCOMPLETA.
    • 94. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO
      • CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DO CG VARIAM DE ACORDO COM METODOLOGIA DE ENSAIO E DO FABRICANTE DO EQUIPAMENTO.
      • EN ISO 14105
      • TEMPERATURA NO FORNO E NA COLUNA : 50 °C POR 1 MINUTO, RAMPA A 15 °C/MIN ATÉ 180 °C, RAMPA A 7 °C/MIN ATÉ 230 °C, RAMPA A 10 °C/MIN ATÉ 370 °C, MANTÉM POR 5 MINUTOS.
    • 95. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO
      • CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DO CG VARIAM DE ACORDO COM METODOLOGIA DE ENSAIO E DO FABRICANTE DO EQUIPAMENTO.
      • EN ISO 14105
      • TEMPERATURA NO DETECTOR: 380 °C.
      • PRESSÃO DE HIDROGÊNIO NO DETECTOR: 80 KPA.
      • VOLUME INJETADO: 1 µL.
    • 96. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO H 2 C – O – CO - R 1 | HC – O – CO – R 2 | H 2 C – O – CO - R 3 tri - glicerol H 2 C – O – CO - R 1 | HC – O – CO – R 2 | H 2 C - OH di -glicerol H 2 C – O – CO - R 1 | HC – - OH | H 2 C - OH mono glicerol H 2 C -OH | HC- - OH | H 2 C - OH Glicerina livre Os grupos –OH devem ser derivatizados MSTFA - (N-metil-N-trimetil-sililtrifluoracetamida
    • 97. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO
    • 98. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO Padrão: y 1 mg Glicerol y 1 mg Monoglicerol y 1 mg Diglicerol y 1 mg Triglicerol 0.1mg Butanotriol 0.8mg Tricaprina 100μ l de MSTFA 8ml Heptano Biodiesel: 100mg Biodiesel 0.1mg Butanotriol 0.8mg Tricaprina 100μ l de MSTFA 8ml Heptano
    • 99. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO CROMATOGRAMA DE AMOSTRA PADRÃO
    • 100. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO CROMATOGRAMA DO BIODIESEL
    • 101. ETANOL OU METANOL
      • PROVENIENTE DO PROCESSO DE PRODUÇÃO.
      • PODE SER USADO COMO INDICADOR NA EFICIÊNCIA DE SEPARAÇÃO DAS FASES ÉSTER E GLICERINA.
      • O EXCESSO DE ÁLCOOL PODE INFLUENCIAR O PONTO DE FULGOR .
      Limite: 0,20% massa máx. Método de ensaio – ABNT NBR 15343, EN14110 Equipamento –Cromatografia de gases
    • 102. ETANOL OU METANOL ENSAIO
      • EN ISO 14110
      • PREPARO DAS SOLUÇÕES DE CALIBRAÇÃO
      • AQUECER UMA AMOSTRA DE BIODIESEL A 90⁰C A PRESSÃO REDUZIDA.
      • SOLUÇÃO DE CALIBRAÇÃO A (0,5% (M/M) DE METANOL NO FAME)
      • SOLUÇÃO DE CALIBRAÇÃO B (0,1% (M/M) DE METANOL NO FAME)
      • SOLUÇÃO DE CALIBRAÇÃO C (0,01% (M/M) DE METANOL NO FAME)
    • 103. ETANOL OU METANOL ENSAIO
      • EN ISO 14110
      • PREPARO DA AMOSTRA
      • MÉTODO DE PADRÃO INTERNO: PESAR 5 G DA SOLUÇÃO DE CALIBRAÇÃO NUM VIAL PARA HEADSPACE E ACRESCENTAR 5ΜL DE 2-PROPANOL. PRÉ-AQUECA A SERINGA A 60⁰C. FAZER O MESMO PARA AMOSTRA.
      • MÉTODO DE PADRAO EXTERNO: TRANSFERIR 2ML DE SOLUÇÃO DE CALIBRAÇÃO NUM VIAL PARA HEADSPACE. FAZER O MESMO PARA AMOSTRA.
    • 104. ETANOL OU METANOL ENSAIO
    • 105. ETANOL OU METANOL ENSAIO
    • 106. ETANOL OU METANOL ENSAIO
    • 107. ETANOL OU METANOL CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • EM EXCESSO, REDUZ O PONTO DE FULGOR.
      • REDUZ NÚMERO DE CETANO E LUBRICIDADE DO BIODIESEL.
      • CORROSÃO EM PEÇAS DE ALUMÍNIO E ZINCO.
    • 108. ETANOL OU METANOL MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • REMOÇÃO INEFICIENTE DO ÁLCOOL NO PROCESSO DE PURIFICAÇÃO.
    • 109. ESTABILIDADE À OXIDAÇÃO A 110°C
      • A EXPOSIÇÃO AO AR PODE AUMENTAR A OXIDAÇÃO E CONSEQUENTEMENTE O ÍNDICE DE ACIDEZ DO BIODIESEL.
      • DEFINE O MÉTODO DE ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DO BIODIESEL.
      • PODE IMPLICAR EM DEGRADAÇÃO DO BIODIESEL E DA MISTURA COM DIESEL.
      Limite: 6h mín Método de ensaio: EN 14112 Equipamento: Rancimat 743
    • 110. ESTABILIDADE À OXIDAÇÃO A 110°C ENSAIO
    • 111. ESTABILIDADE À OXIDAÇÃO A 110°C ENSAIO
    • 112. Especificação do Biodiesel
    • 113. FATORES QUE PODEM INFLUENCIAR O RESULTADO
      • PROCESSO DE PRODUÇÃO:
        • QUALIDADE DA MATÉRIA-PRIMA;
        • CONTROLE DO PROCESSO;
        • REAÇÃO COMPLETA;
        • PURIFICAÇÃO - SEPARAÇÃO E LAVAGEM;
        • ARMAZENAMENTO.
      • AMOSTRAGEM:
        • PONTOS DE COLETA DA AMOSTRA;
        • RECIPIENTE DE AMOSTRAGEM;
        • ARMAZENAMENTO DA AMOSTRA.
    • 114. FATORES QUE PODEM INFLUENCIAR O RESULTADO
      • REALIZAÇÃO DO ENSAIO:
        • ARMAZENAMENTO E MANUSEIO DA AMOSTRA;
        • LIMPEZA DOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS;
        • CALIBRAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS;
        • INCERTEZA DE MEDIÇÃO.
    • 115. ASPECTOS ECONÔMICOS
      • ESTIMATIVA
      • DE INVESTIMENTOS:
      • ANÁLISE COMPLETA: !!!
      Equipamento Custo Cetano US$ 350,000.00 Índice de acidez R$ 35.000,00 Estabilidade à oxidação R$ 105.000,00 Ponto de entupimento R$ 20.000,00 Viscosidade R$ 22.000,00 Ponto de fulgor R$ 20.000,00 Cromatógrafo a gás R$ 170.000,00 ICP R$ 220.000,00 Absorção atômica R$ 150.000,00 Teor de enxofre R$ 180.000,00
    • 116. ASPECTOS ECONÔMICOS Fonte: Ouro Verde Indústria e Comércio de Biodiesel Ltda.
    • 117. CONTROLE DA QUALIDADE CONCLUSÃO
        • OS PARÂMETROS AVALIADOS PARA O PRODUTO FINAL SÃO DIFERENTES DAQUELES PARA A MATÉRIA-PRIMA;
        • IMPORTÂNCIA DA SELEÇÃO DAS MATÉRIAS-PRIMAS;
        • CONHECIMENTO DAS ETAPAS DE PRODUÇÃO E VARIÁVEIS DO PROCESSO;
    • 118. CONTROLE DA QUALIDADE CONCLUSÃO
        • COMPREENSÃO DOS PARÂMETROS DA QUALIDADE DO BIODIESEL:
          • CONTAMINAÇÃO NA AMOSTRAGEM;
          • CORREÇÃO APROPRIADA.
      • BAIXO CUSTO COM O CONTROLE DA QUALIDADE.
    • 119. INSTITUTO DE TECNOLOGIA DO PARANÁ – TECPAR DIVISÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS – DBIO Contato: [email_address] / [email_address] Tel.: (41) 3316-3032 Homepage : www.tecpar.br/cerbio
    • 121. Uso de Óleos e Gorduras como Combustível
    • 122. USO DE ÓLEOS E GORDURAS COMO COMBUSTÍVEL
      • POR QUE NÃO USAR ÓLEO VEGETAL DIRETO NO MOTOR DIESEL?
      • AS CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS SÃO SEMELHANTES?
      • VANTAGENS E DESVANTAGENS
      S. Nonhebel; Renew. Sust. Energ. Rev. 9 (2005) 191.
    • 123.
      • VANTAGENS
      • DISPONIBILIDADE;
      • RENOVÁVEL;
      • ELEVADO PODER CALORÍFICO (APROXIMADAMENTE 88% DO DIESEL);
      • BAIXO TEOR DE ENXOFRE;
      • BAIXO TEOR DE AROMÁTICOS;
      • BIODEGRADABILIDADE.
      USO DE ÓLEOS E GORDURAS COMO COMBUSTÍVEL Dermibas, A . Biodiesel : a realistic fuel alternative for diesel engines. 2008
    • 124. USO DE ÓLEOS E GORDURAS COMO COMBUSTÍVEL Amaral, D. F. Biodiesel no Brasil: conjuntura atual e perspectivas. In: 9° Encontro de Negócios de Energia – FIESP. 2008
    • 125. USO DE ÓLEOS E GORDURAS COMO COMBUSTÍVEL
      • DESVANTAGENS
      • ALTA VISCOSIDADE;
      • BAIXA VOLATILIDADE,
      • COMBUSTÃO INCOMPLETA;
        • FORMAÇÃO DE DEPÓSITOS DE CARBONO NOS SISTEMAS DE INJEÇÃO,
        • DIMINUIÇÃO DA EFICIÊNCIA DE LUBRIFICAÇÃO,
        • OBSTRUÇÃO NOS FILTROS DE ÓLEO E SISTEMAS DE INJEÇÃO,
        • COMPROMETIMENTO DA DURABILIDADE DO MOTOR.
    • 126.
      • FORMAÇÃO DE ACROLEÍNA (UMA SUBSTÂNCIA ALTAMENTE TÓXICA E CANCERÍGENA) PELA DECOMPOSIÇÃO TÉRMICA DO GLICEROL
      USO DE ÓLEOS E GORDURAS COMO COMBUSTÍVEL SUAREZ, Paulo A. Z.; MENEGHETTI, Simoni M. Plentz; MENEGHETTI, Mario R. and WOLF, Carlos R.. Transformação de triacilglicerídeos em combustíveis, materiais poliméricos e insumos químicos : algumas aplicações da catálise na oleoquímica . Quím. Nova [online]. 2007, vol.30, n.3, pp. 667-676.
    • 127. USO DE ÓLEOS E GORDURAS COMO COMBUSTÍVEL http://www.feagri.unicamp.br/energia/agre2002/pdf/0055.pdf Característica/Óleo Diesel Amendoim Soja Algodão Girassol Babaçu Dendê Mamona Densidade relativa, g/cm 3 0,828 0,919 0,92 0,919 0,923 0,921 0,915 0,959 Visc. Cinemática, mm 2 /s 1,6-6,0 38 36 40 37 32 39 297 Início destilação, °C 165 173 152 - 211 - - - Resíduo de carbono, %massa 0,3(max) 0,42 0,45 0,42 0,42 0,22 - 0,18 Número de cetano 45(min) 33 36 40 39 38 42 - Poder calorífico Inferior, Kcal/L 8.400 7.900 7.850 8.050 7.950 7.800 8.330 8.000 Água por destilação, % massa
    View More